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O governo beninense, com o apoio de financiamentos chineses, está a transformar as imediações da Porta do Não Retorno num imenso complexo turístico e memorial. O que é que isto significa realmente para a diáspora e para os habitantes de Ouidah?

A Rota dos Escravos de Ouidah liga a antiga praça dos leilões à praia de onde os cativos eram embarcados, muitos deles para a Bahia. Criado entre 1992 e 1995, o percurso de seis etapas mistura história documentada, tradição oral e cerca de trinta obras de arte.

No fim da Rota dos Escravos, a Porta do Não Retorno marca a praia de onde mais de um milhão de cativos foram embarcados em Ouidah, muitos deles para a Bahia. Inaugurado em 1995, o memorial foi totalmente reconstruído no fim de 2025.