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Os agudás são descendentes de escravizados libertos que voltaram do Brasil para a costa de onde os seus ancestrais tinham sido embarcados. A sua história, os bairros e a arquitetura que deixaram em Ouidah.

Mami Wata, a "mãe da água", é cultuada em toda a costa da África Ocidental pela riqueza, pela beleza e pela cura. Em Ouidah, tem um templo na praia e um convento na cidade. A sua imagem mais famosa, porém, tem uma origem inesperada.

Os Vodun Days transformam Ouidah, todo mês de janeiro, no centro da festa nacional do vodun no Benim. Origem, programação e como participar com respeito.

Em Ouidah, o legado brasileiro não se resume às fachadas dos sobrados. Está na comida, na língua, no carnaval, nos sobrenomes. O que os agudás realmente trouxeram do Brasil.

No fim da Rota dos Escravos, a Porta do Não Retorno marca a praia de onde mais de um milhão de cativos foram embarcados em Ouidah, muitos deles para a Bahia. Inaugurado em 1995, o memorial foi totalmente reconstruído no fim de 2025.