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LoadingOuidah não é mais apenas o lugar da memória. É também o lugar da criação. Da fundação Zinsou à dinastia tokoudagba, das galerias aos estúdios de dança — eis como esta cidade costeira se tornou o novo centro artístico da África Ocidental.

O governo beninense, com o apoio de financiamentos chineses, está a transformar as imediações da Porta do Não Retorno num imenso complexo turístico e memorial. O que é que isto significa realmente para a diáspora e para os habitantes de Ouidah?

Ouidah e Abomey, duas cidades com patrimônios distintos, se unem para criar um circuito turístico cultural inédito a partir de março de 2026. Uma nova era se abre.

Marie-cécile Zinsou, historiadora da arte franco-beninense, desafiou as convenções dos museus europeus. Sua luta pela restituição do patrimônio cultural redefiniu o que parecia impossível.

Nas ruas de Ouidah, cada passo ressoa com os ecos de um passado glorioso e trágico. Compreender o reino do Daomé é captar a essência desta terra rica em história.

Todo 10 de janeiro, dagbo Hounon avança em direção ao mar em Ouidah, personificando a autoridade espiritual do Vodun. Quem é esse homem e qual é seu impacto?

Os Agoudas, descendentes de escravizados, voltaram ao Benim e moldaram Ouidah com sua rica herança cultural. Conheça essa história fascinante.

Em um momento decisivo na ONU, o Benim, cuja história se entrelaça com a escravidão, estava ausente. O que isso revela sobre suas memórias?

A Route des Pêches convida você a uma viagem fascinante entre mar e lagoas. Deixe-se seduzir por essa experiência única, reflexo da alma beninense.

No coração de Uidá, um novo museu se ergue dentro do antigo forte português. O MIME promete transformar a memória da escravidão em um espaço de reflexão e justiça.

Com 600 metros de costa perdidos em 40 anos, Uidá enfrenta uma crise. A porta do não retorno, símbolo de um passado doloroso, está em perigo. O que está em jogo para a cultura e história da região?

Embora frequentemente ignorado pelos viajantes, Djègbadji é um tesouro escondido à beira-mar, onde o sal é extraído manualmente por mulheres. Uma experiência inesquecível espera por você.
Três lugares dominam o turismo de memória na África Ocidental. Cada um conta uma parte diferente da história do tráfico Atlântico. Qual é a escolha certa para você?

Na sombra dos reis e dos mercadores, as mulheres de Ajudá sempre estiveram no centro do poder. Sua história, rica e complexa, merece ser contada.

Inaugurada em dezembro de 2025, a nova porta do não-retorno ergue-se majestosa sobre o Atlântico, redefinindo nossa memória coletiva.
Uma nova porta do não retorno monumental, um museu da memória da escravidão de nível mundial, um centro histórico redesenhado. O plano Ouidah 2027 transforma uma cidade de memória em destino. Eis o que ele realmente contém.
Em 2024, o Benim deu um passo histórico ao adotar a lei my afro origins, oferecendo cidadania irrevogável a descendentes de africanos escravizados. Um gesto que vai além do simbolismo.
Ouidah é um museu a céu aberto. Das vilas afro-brasileiras do bairro Zomachi aos memoriais modernos como o MIME, cada edificação conta uma camada da história da cidade — o Brasil, o Daomé, a escravidão, a restituição.