Os Pilares não são apenas marcos num mapa. São a gramática material da história de Ouidah, cada um guardando um fragmento de memória sagrada, política ou diaspórica.
Alguns marcam rotas de partida, outros protegem espaços rituais, e outros revelam como as comunidades negociaram poder, sobrevivência e identidade na costa do Daomé.
Leia-os como uma sequência de encontros, e não como uma lista de atrações. A cidade torna-se mais clara quando cada lugar pode falar na sua própria voz.
As fundações da memória de Ouidah