Pontos Principais
- Fa é o nome fon do Ifá iorubá. Baseia-se em 16 signos principais que, combinados dois a dois, formam 256 signos, cada um ligado a histórias e prescrições.
- O adivinho se chama bokonon. Ele consulta com uma corrente de oito meias sementes (akplekan) ou com nozes de palmeira sagradas.
- Segundo os historiadores, o reino do Daomé adotou o Fa dos iorubás. A rainha-mãe Hwanjile incentivou o seu uso no século XVIII.
- Em 2008, a UNESCO inscreveu o sistema divinatório Ifá apresentado pela Nigéria. O Fa do Benim é um ramo próximo, sem inscrição própria.
- No Brasil, o candomblé usa sobretudo o jogo de búzios. Martiniano Eliseu do Bonfim é lembrado como o último babalaô da Bahia da sua época.
Num quintal de Ouidah, um homem está sentado numa esteira. Na frente dele, uma corrente de sementes finas, abertas ao meio. Ele a segura pelo centro, lança com um gesto seco e olha como ela cai. Algumas meias sementes mostram o lado côncavo, outras o lado convexo. Ele anota, lança de novo, anota outra vez. Depois começa a falar, devagar, de um animal, de uma divindade, de uma viagem contada há muito tempo.
Quem já viu um babalorixá jogar búzios vai reconhecer o clima. Mas isto é uma consulta do Fa, o grande sistema divinatório do Benim. O adivinho se chama bokonon. Ele não lê o futuro numa bola de cristal: obtém um signo, entre 256, e recita as histórias ligadas a ele para iluminar a sua pergunta.
Este pilar explica o que é o Fa, de onde vem, como é uma consulta, o que a história conta sobre ele e como ele atravessou o Atlântico.
O Fa em poucas palavras
A palavra Fa (também escrita Fâ) designa duas coisas. Primeiro, uma divindade, a da adivinhação e do conhecimento do destino. Depois, o sistema que permite consultá-la.
O Fa é a versão fon do Ifá dos iorubás, praticado na Nigéria e no leste do Benim. Os dois têm a mesma arquitetura: 16 signos principais que, combinados dois a dois, formam 256 signos. No Benim, esses signos se chamam du; em iorubá, odù, os mesmos odus que o vocabulário do candomblé tornou familiares no Brasil.
Cada signo não é um simples símbolo. Carrega um conjunto de histórias, provérbios, prescrições e às vezes conhecimentos sobre plantas. Segundo a UNESCO, na tradição do Ifá, cada odù teria cerca de 800 versos, e o número exato é desconhecido, porque continua crescendo.
Quem consulta é o bokonon em fongbé, o babalawo (babalaô) em iorubá. O saber é antes de tudo oral. Não há livro sagrado para abrir: tudo está na memória.
De onde vem o Fa?
Uma herança iorubá
O reino fon do Daomé, fundado no século XVII em torno de Abomé, e o reino iorubá de Oyó, muito mais antigo, eram rivais. Durante muito tempo, Oyó dominou o Daomé, que lhe pagava tributo. Mas as trocas entre os dois mundos eram constantes: comércio, guerras, casamentos, circulação de sacerdotes.
Foi nesse contexto que o Daomé incorporou elementos da cultura iorubá, entre eles a adivinhação pelo Ifá. Segundo uma apresentação publicada pelo Smithsonian, o Daomé integrou o Ifá às suas crenças. O administrador e etnólogo francês Bernard Maupoil, autor da obra de referência sobre o tema, observava que os especialistas concordavam num ponto: o Fa não foi resultado de uma conquista. Foi adotado, não imposto.
A rainha-mãe Hwanjile
No século XVIII, o Fa se enraíza na corte de Abomé. No reinado de Tegbesu (1740-1774), uma mulher tem papel decisivo: Hwanjile, nomeada kpojito, "rainha-mãe", por ter ajudado Tegbesu a chegar ao trono.
Segundo os historiadores do Daomé, cujos trabalhos a Wikipédia resume, Hwanjile reorganizou a religião do reino. Trouxe da terra aja as divindades criadoras Mawu e Lisa, colocadas no topo do panteão, e incentivou o uso da adivinhação pelo Fa. A partir daí, o Fa vira instrumento de governo: os reis o consultam antes das grandes decisões.
Gèdègbé, o adivinho dos reis
O bokonon mais célebre da história do Benim se chama Gèdègbé (ou Guédégbé). Nascido por volta de 1850 e morto em Abomé em 7 de março de 1936, esteve ligado à corte dos reis de Abomé e foi o adivinho do rei Behanzin, o soberano que resistiu à conquista francesa a partir de 1890.
No fim da vida, Gèdègbé se tornou o principal interlocutor de Bernard Maupoil, então em serviço no Daomé (1933-1936). Transmitiu a ele grande parte do seu saber e lhe deixou muitos objetos de adivinhação, hoje guardados no museu do quai Branly, em Paris. Dessa colaboração nasceu o livro La Géomancie à l'ancienne Côte des Esclaves, publicado em 1943 pelo Institut d'ethnologie: quase 700 páginas que continuam sendo a base de qualquer estudo sério do Fa.
A revista Gradhiva resume o que Maupoil aprendeu com Gèdègbé: o bokonon é um verdadeiro sábio da oralidade, ao mesmo tempo diagnosticador, prescritor, especialista da memória, botânico, psicólogo e diretor espiritual.
O Fa na mitologia fon
Na cosmologia fon, o Fa está ligado a várias divindades.
Mawu, a divindade criadora, fixou o destino de cada ser. O Fa é muitas vezes descrito como a sua "escrita" ou o seu "alfabeto": o meio pelo qual os humanos podem ler o que ela previu.
Legba, o mensageiro, guardião das encruzilhadas e das portas, é indispensável em toda consulta. Nada passa entre os humanos e as divindades sem ele. Quem conhece Exu e Legba do candomblé vai reconhecer a figura. Em Ouidah, ele está diante de quase todas as casas e templos, na forma de um pequeno monte de terra.
Gbadu, filha de Mawu, é descrita como a contraparte feminina do Fa e a deusa do destino. Nos relatos recolhidos, entre outros, pelo antropólogo Melville Herskovits, ela fica sentada no alto de uma palmeira e tem dezesseis olhos ao redor da cabeça, que só consegue abrir com a ajuda de Legba. Os seus filhos teriam ensinado aos humanos "o alfabeto de Mawu", isto é, a adivinhação.
Os dezesseis olhos de Gbadu correspondem aos dezesseis signos principais do Fa. O mito e a técnica contam a mesma coisa.
As ferramentas do bokonon
A corrente divinatória
A ferramenta mais visível é a corrente divinatória, chamada akplekan em fongbé e opelê em iorubá. É feita de oito meias sementes presas a um cordão, quatro de cada lado.
O bokonon a segura pelo meio e a lança. Cada meia semente cai com o lado côncavo ou com o lado convexo para cima: duas possibilidades. As quatro da esquerda dão um signo principal, as quatro da direita dão outro. Juntas, indicam um dos 256 signos, num só lance.
A corrente é rápida. É usada nas consultas do dia a dia e para perguntas complementares durante a mesma sessão.
As nozes de palmeira sagradas
O método mais solene usa as nozes de palmeira sagradas, chamadas fadekwin (os ikin do Ifá). O Smithsonian as descreve como a morada do próprio Fa. O bokonon as passa de uma mão para a outra e observa quantas sobram: uma ou duas. Então traça um risco simples ou duplo num pó espalhado sobre uma bandeja divinatória, muitas vezes pó de madeira. Depois de oito operações, o signo está completo.
Esse método é mais demorado. Fica reservado às perguntas graves e às grandes cerimônias.
Os dezesseis signos principais
Os dezesseis signos principais têm nomes em fongbé, entre eles Gbe, Yeku, Woli, Di, Loso, Wele, Abla, Akla, Guda, Sa, Ka, Trukpin, Tula, Lete, Ce e Fu. Um signo "duplo", quando as duas metades são iguais, se chama meji: Gbe-Meji, Yeku-Meji e assim por diante. São os mais importantes, os "signos mães".
Os outros nascem das combinações. Dezesseis vezes dezesseis: 256.
Um saber decorado
Obter o signo é só o começo. O trabalho de verdade vem depois.
Cada signo remete a um conjunto de histórias. Nelas aparecem divindades, animais, reis, caçadores, mulheres astutas, viajantes. Cada história conta como um personagem consultou o Fa, o que lhe foi prescrito e o que aconteceu conforme obedeceu ou não.
O bokonon não dá uma resposta seca. Escolhe, entre as histórias do signo, as que falam da situação, e deixa a pessoa fazer a ligação. É um pensamento por analogia, parecido com a parábola.
O aprendizado é longo. Muitas vezes começa cedo, numa família de adivinhos, com um mestre. O aprendiz decora os signos, as histórias, os cantos, as interdições, as receitas de plantas, as oferendas. São anos até poder consultar sozinho.
A UNESCO ressalta a fragilidade desse saber: os sacerdotes do Ifá costumam ser idosos, têm poucos recursos para formar sucessores, e os jovens se afastam da prática. A mesma preocupação existe no Benim.
O kpoli, o signo de cada pessoa
O Fa não serve só para responder a perguntas pontuais. Serve também para conhecer o signo pessoal de cada um, chamado kpoli. Quem conhece o odu de nascimento no candomblé vai achar a ideia familiar.
O kpoli é revelado numa iniciação, na floresta do Fa (fazun). Ali se descobre o signo sob o qual se veio ao mundo. Ele indica forças com as quais é preciso lidar, interdições alimentares ou de conduta, divindades a honrar.
Não é um horóscopo. É uma bússola para a vida. Muitos beninenses conhecem o seu signo e o levam em conta nas grandes decisões. O Fa também é consultado no nascimento de uma criança, antes de um casamento, antes de uma viagem, numa doença ou num conflito familiar.
Uma consulta, passo a passo
Cada bokonon tem os seus hábitos, mas uma consulta costuma seguir as mesmas etapas.
- A pergunta. Você expõe a sua situação. Alguns bokonons pedem que a pergunta seja dita em voz alta; outros preferem que você a guarde para si.
- A invocação. O bokonon saúda o Fa, Legba e os ancestrais.
- O lance. Ele joga a corrente ou manipula as nozes de palmeira e obtém um signo.
- As histórias. Recita as histórias do signo e as relaciona à sua pergunta. Pode lançar de novo para precisar: a situação é favorável? Que oferenda convém?
- A prescrição. A consulta termina com orientações: uma oferenda, às vezes um sacrifício animal, plantas, uma conduta, uma interdição a respeitar.
Segundo o Smithsonian, as oferendas podem incluir azeite de dendê, gim, farinha ou noz-de-cola, e o sangue de um animal sacrificado é oferecido aos altares dos voduns. Os sacrifícios fazem parte da prática. Se não quiser assistir, avise antes.
O Fa e os outros voduns
O Fa tem um lugar à parte no mundo vodun. As outras divindades têm os seus templos, adeptos e festas. O Fa serve para comunicar com elas. Indica que divindade pede uma oferenda, qual protege uma família, qual está por trás de um infortúnio.
Em Ouidah, isso significa que o bokonon é muitas vezes consultado antes de ir ao templo das pítons, antes de uma cerimônia na floresta sagrada de Kpassè ou antes da saída das máscaras. Muitas decisões religiosas passam primeiro por ele.
Por isso o Fa atravessa as fronteiras religiosas. Beninenses cristãos ou muçulmanos às vezes o consultam, com discrição, por uma questão de família ou uma doença que não passa. O Fa não exige adesão exclusiva: responde a uma pergunta.
O que o Fa não é
O Fa não é vidência. O bokonon não diz que vê o futuro como um filme. Ele liga uma situação a um conjunto de histórias e tira delas conselhos.
Também não é uma fórmula mágica que garante um resultado. Seguir uma prescrição não assegura que tudo vai dar certo; dentro da lógica do sistema, restabelece um equilíbrio.
E, como toda prática procurada, o Fa atrai impostores. Um adivinho que promete riqueza rápida, cobra somas altas ou usa o medo para vender proteções deve acender um alerta. Um bokonon sério tem tempo, explica e não força nada.
256 signos: uma lógica binária
Os 256 signos do Fa impressionaram muitos observadores. Cada meia semente tem duas posições possíveis; oito posições dão dois elevado a oito, ou seja, 256 combinações. É o mesmo número de valores possíveis de um byte na informática.
O matemático norte-americano Ron Eglash, no livro African Fractals (1999), estudou esses sistemas divinatórios africanos. Vê neles um uso formal do binário e defende uma hipótese ousada: a geomancia, que ele liga a práticas divinatórias africanas, teria passado pelo mundo islâmico e chegado à Europa no século XII, por tradutores como Hugo de Santalla, até influenciar Leibniz, um dos pais da aritmética binária.
Essa filiação é discutida e deve ser apresentada como tese, não como fato. Mas lembra algo que o olhar colonial se recusou a ver por muito tempo: o Fa é um sistema de conhecimento rigoroso, construído por gente que pensava com precisão.
O Fa diante dos poderes
No tempo dos reis, o Fa estava no centro do poder. Os reis de Abomé tinham os seus adivinhos e os consultavam antes da guerra, das sucessões e das grandes cerimônias.
O período colonial mudou o cenário. As missões cristãs combatiam os cultos vodun, e a administração desconfiava deles. Mas foi justamente um administrador colonial, Maupoil, quem deixou a descrição mais completa do Fa, graças a Gèdègbé.
Depois da independência, o regime marxista-leninista de Mathieu Kérékou (1972-1990) travou uma luta dita "antifeudal". Segundo os trabalhos de Emmanuelle Kadya Tall, uma ordenança de 1976 contra a feitiçaria atingiu em especial os cultos e dignitários vodun. A prática vodun foi restringida de forma parcial e muitas vezes contraditória.
A volta da democracia, em 1990, abriu um novo período. As religiões tradicionais foram reconhecidas, o festival Ouidah 92 celebrou as culturas vodun e, depois, um dia por ano passou a ser dedicado a elas. Hoje, os Vodun Days, por volta da segunda sexta-feira de janeiro, colocam o Fa entre as tradições valorizadas pelo Estado.
A UNESCO e o Fa
É comum ler que "o Fa é patrimônio da humanidade". Não é exato.
A UNESCO proclamou em 2005, e inscreveu em 2008 na Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial, o sistema divinatório Ifá, por candidatura da Nigéria. O Fa do Benim pertence à mesma família e compartilha a arquitetura e muitas histórias, mas não tem inscrição própria.
A ficha da UNESCO continua útil para entender o Fa: descreve um saber transmitido oralmente, ameaçado pelo envelhecimento dos sacerdotes e por uma intolerância crescente contra os sistemas divinatórios tradicionais.
O Fa na diáspora
O tráfico levou às Américas centenas de milhares de pessoas desta região, entre elas iorubás e fons. Entre elas havia adivinhos. O sistema sobreviveu de forma desigual conforme o país.
Cuba, terra dos babalaôs
Foi em Cuba que o Ifá melhor sobreviveu. O babalaô Remigio Herrera, chamado Adeshina, nascido em terra iorubá e iniciado antes de ser capturado, desembarcou escravizado em Matanzas por volta de 1833. Liberto, fundou por volta de 1860, em Regla, perto de Havana, um cabildo que se tornou um grande centro do Ifá e do culto dos orixás. Iniciou as primeiras gerações de babalaôs nascidos em Cuba e morreu em 1905. Hoje, o Ifá ocupa um lugar central na religião afro-cubana chamada Regla de Ocha ou Santería.
Bahia, o último babalaô
No Brasil, a história foi outra. O candomblé usa sobretudo o jogo de búzios, a adivinhação pelas conchas de cauri, e não a corrente ou as nozes de palmeira do Ifá.
O grande babalaô da Bahia foi Martiniano Eliseu do Bonfim (1859-1943). Nascido em Salvador, filho de africanos libertos ligados ao Terreiro da Casa Branca do Engenho Velho, foi adolescente para a África com o pai, estudou iorubá e inglês numa escola missionária e voltou onze anos depois já babalaô. Ocupou um posto importante no Ilê Axé Opô Afonjá, participou do culto dos Egungun e é considerado o último babalaô da Bahia da sua época. No fim do século XIX, trabalhou como tradutor do iorubá para o médico Nina Rodrigues. O Ifá conheceu depois uma retomada no Brasil, em diálogo com a Nigéria e Cuba.
O Daomé no Maranhão
Há ainda um laço direto entre o Daomé e o Brasil. Em São Luís do Maranhão, a Casa das Minas, fundada nos anos 1840, é a casa de tradição jeje (daomeana) do Maranhão, com liturgia em língua fon, consagrada ao vodum Zomadonu. O etnólogo e fotógrafo Pierre Verger levantou a hipótese de que a sua fundadora, Maria Jesuína, seria a rainha Nã Agontimé, mãe do rei Ghezo, vendida como escrava. É uma hipótese, não um fato comprovado, mas diz muito sobre a proximidade entre os dois lados do Atlântico.
E Ouidah?
Os laços entre Ouidah e a Bahia são antigos: a cidade recebeu os agudás, antigos escravizados que voltaram do Brasil. Para um visitante brasileiro, consultar o Fa em Ouidah, a poucos quilômetros da Porta do Não Retorno, é encontrar a forma beninense de um saber que também fez a travessia.
Consultar o Fa em Ouidah
Encontrar um bokonon
Há muitos bokonons em Ouidah, mas poucos fazem propaganda. O caminho mais seguro é uma indicação: um guia, uma família, um sacerdote vodun. Desconfie de ofertas feitas na rua ou nos pontos turísticos.
Chegar preparado
- Uma pergunta de verdade. "Como devo lidar com esta situação?" funciona melhor do que "isso vai acontecer?".
- Tempo. Uma consulta pode durar uma hora ou mais. Não a encaixe entre duas visitas.
- Um intérprete. Muitos bokonons consultam em fongbé. Um guia que traduza com fidelidade faz toda a diferença.
- O preço, combinado antes. Varia conforme o adivinho e a consulta. Pergunte antes e leve dinheiro em espécie.
- Abertura. A prescrição pode surpreender. Ninguém obriga você a segui-la, mas escute até o fim.
Respeitar o lugar
Peça sempre antes de fotografar as ferramentas ou a consulta. Alguns objetos não devem ser tocados. E se alguém propuser uma iniciação, reserve um tempo para entender o que ela implica antes de aceitar.
Para conhecer outros lugares vodun da cidade, leia os nossos pilares sobre a floresta sagrada de Kpassè, os Egungun e os Zangbeto.
Ser apresentado a um bokonon de confiança →
Fontes
- UNESCO, "Ifa divination system": Nigéria, proclamação 2005, inscrição 2008, cerca de 800 versos por odù, ameaças.
- Smithsonian Folklife Festival, "An Introduction to Fa Divination of Benin" (2019): bokonon, akplekan, fadekwin, Daomé e Oyó, oferendas.
- Bernard Maupoil, La Géomancie à l'ancienne Côte des Esclaves, Institut d'ethnologie, Paris, 1943 (página do MNHN).
- Gradhiva, "L'expérience de Bernard Maupoil au Dahomey : entre science et engagement" e Gèdègbé, Wikipédia.
- Hwanjile, Wikipedia e Tegbesu, Wikipedia.
- Gbadu, Wikipedia.
- Ron Eglash, African Fractals, Rutgers University Press, 1999.
- Emmanuelle Kadya Tall, "De la démocratie et des cultes voduns au Bénin", Cahiers d'études africaines, 1995.
- Remigio Herrera, Wikipedia.
- Martiniano Eliseu do Bonfim, Wikipédia e SciELO, "O babalaô fala: a autobiografia de Martiniano Eliseu do Bomfim".
- Casa das Minas, Wikipedia.
- Ifá, Wikipédia.




