History

Francisco Félix de Souza
No coração de Ouidah, a praça Chacha evoca a complexa história de francisco Félix de Souza, um mercador de escravos cujas ações ecoam até hoje. Como lidar com seu legado ambíguo?

As Agojie
Milhares de mulheres guerreiras, temidas em toda a África Ocidental. As Agojie do Daomé, um regimento militar feminino, marcaram a história por sua bravura e determinação.

A Comunidade Agudá
Os agudás são descendentes de escravizados libertos que voltaram do Brasil para a costa de onde os seus ancestrais tinham sido embarcados. A sua história, os bairros e a arquitetura que deixaram em Ouidah.

O Recinto Zomaï
No coração da rota dos escravos, o recinto Zomaï é um espaço que evoca a escuridão do passado, um testemunho silencioso do apagamento humano e da resiliência.

O Forte Português
O Forte de São João Baptista de Ajudá foi fundado em 1721 por um armador da Bahia. Último enclave português no golfo do Benim, anexado em 1961, abriga desde 1967 o museu de história de Ouidah e deve receber o MIME.

A Rota dos Escravos
A Rota dos Escravos de Ouidah liga a antiga praça dos leilões à praia de onde os cativos eram embarcados, muitos deles para a Bahia. Criado entre 1992 e 1995, o percurso de seis etapas mistura história documentada, tradição oral e cerca de trinta obras de arte.

A Árvore do Esquecimento
No coração de Ouidah, a Árvore do Esquecimento se ergue como um testemunho da luta pela identidade. Por quase 200 anos, um ritual calculado falhou em apagar a memória coletiva dos africanos escravizados, revelando a força do legado cultural.

A Porta do Não Retorno
No fim da Rota dos Escravos, a Porta do Não Retorno marca a praia de onde mais de um milhão de cativos foram embarcados em Ouidah, muitos deles para a Bahia. Inaugurado em 1995, o memorial foi totalmente reconstruído no fim de 2025.
