Pontos Principais
- O Forte de São João Baptista de Ajudá foi construído em 1721 por iniciativa de José Torres, armador da Bahia, com a autorização do vice-rei do Brasil.
- Em 1743, o rei Tegbesu do Daomé cercou e destruiu o forte; ele foi reconstruído no ano seguinte.
- Reocupado por Portugal em 1865, o forte continuou sendo um enclave português até agosto de 1961, quando os dois últimos ocupantes puseram fogo nele antes de partir.
- Desde 6 de setembro de 1967, abriga o museu de história de Ouidah, restaurado pela Fundação Gulbenkian entre 1987 e 1990.
- Está em obras desde 2020 para receber o Museu Internacional da Memória e da Escravidão (MIME), cuja abertura ainda não foi confirmada.
No centro de Ouidah, atrás de muros caiados, fica um forte quadrado de terra e cal. Foi construído em 1721 por um comerciante vindo da Bahia, destruído por um rei do Daomé, reconstruído, abandonado, reocupado, incendiado pelos últimos ocupantes em 1961 e depois transformado em museu.
O Forte de São João Baptista de Ajudá, Ajudá sendo o nome que os portugueses davam a Ouidah, é um dos lugares onde a história do tráfico se lê melhor. Não porque fosse grande: não era. Mas porque atravessou todas as épocas, do reino xweda à independência do Benim, e porque foi, até 1961, um pedacinho de Portugal no meio de uma cidade africana.
Para o visitante brasileiro, ele tem ainda outro interesse: foi fundado a partir da Bahia, não de Lisboa.
Hoje, está em obras. Deve virar o Museu Internacional da Memória e da Escravidão (MIME). Este pilar conta a sua história, o que ele guardava e o que se sabe do projeto em andamento.
Três fortes europeus em Ouidah
Por volta de 1700, Ouidah, então capital comercial do reino xweda, atraía as grandes potências europeias do tráfico. Três delas construíram fortes ali.
- Os ingleses: a Royal African Company construiu o seu forte em 1692.
- Os franceses: depois de uma primeira feitoria em 1671, construíram um forte em 1704.
- Os portugueses: o forte de São João Baptista de Ajudá é de 1721. Segundo algumas fontes portuguesas, havia presença portuguesa na costa desde 1680.
Um detalhe importante: esses fortes não ficavam na praia. Estavam na cidade, a uns quatro quilômetros do mar. Serviam de armazéns, residências e lugares de negociação, não de portos. Os cativos eram depois levados até a praia pelo caminho que hoje se chama Rota dos Escravos.
Dos três, só o forte português sobreviveu. Segundo a Wikipédia, os restos do forte inglês, chamado Fort William, já tinham desaparecido em meados do século XIX. O forte francês, Saint-Louis de Grégoy, foi arrasado em 1911 pelo governador francês do Daomé. As fontes nem sempre concordam sobre as datas de fundação: 1682 ou 1692 para o forte inglês, 1671 ou 1704 para o francês, conforme se conte a primeira feitoria ou o forte em si.
Ficar no interior tinha uma consequência: os europeus dependiam totalmente da boa vontade dos reis locais, primeiro xweda, depois daomeanos.
1721: um forte fundado a partir da Bahia
O forte português tem uma história singular: não foi desejado por Lisboa, mas pela Bahia.
Foi construído em 1721 por iniciativa do capitão José Torres, comerciante e armador baiano, que o financiou e transportou os materiais no seu próprio navio. O vice-rei do Brasil, Vasco Fernandes César de Menezes, autorizou o projeto sem esperar a aprovação de Lisboa.
O forte foi erguido por escravizados do rei xweda, num terreno a algumas centenas de metros dos fortes inglês e francês.
Essa origem explica muita coisa. O comércio entre Ouidah e a Bahia era direto: navios saíam de Salvador com tabaco e ouro e voltavam com cativos. O forte servia antes de tudo aos interesses dos comerciantes baianos. Durante boa parte da sua história, ficou ligado administrativamente ao Brasil e, mais tarde, a São Tomé.
A Bahia, o tabaco e as embaixadas do Daomé
A ligação entre o forte e a Bahia não era só administrativa. Ela se apoiava num produto: o tabaco.
Os comerciantes baianos mandavam para a Costa da Mina um tabaco dito de terceira qualidade, mais barato de preparar e banhado em melaço, o que lhe dava um sabor adocicado muito apreciado na costa. A regulamentação portuguesa exigia que todo o tabaco enviado à Mina fosse dessa qualidade; o de primeira qualidade, reservado à Europa, era proibido ali, embora alguns comerciantes o mandassem mesmo assim. Segundo historiadores brasileiros, 48% dos africanos escravizados que entraram na América portuguesa entre 1701 e 1810 foram adquiridos em troca de tabaco ou de cachaça. Quem conhece a história do Recôncavo sabe o peso que o fumo teve na economia baiana.
Esse comércio direto entre as duas margens do Atlântico, sem passar pela Europa, foi estudado a fundo pelo fotógrafo e etnólogo Pierre Verger, que o chamou de "fluxo e refluxo" entre o golfo do Benim e a Bahia de Todos os Santos. Verger, que viveu em Salvador e foi iniciado no candomblé, passou anos indo e vindo entre as duas margens para reconstituir essa história.
Os reis do Daomé também mantinham uma verdadeira diplomacia com o mundo português. Segundo os trabalhos da historiadora Ana Lucia Araujo, o Daomé enviou pelo menos cinco embaixadas ao Brasil e a Portugal, em 1750, 1795, 1805, 1811 e 1818, nos reinados de Tegbesu, Agonglo, Adandozan e Guezo. Em 1795, o rei Agonglo mandou embaixadores a Salvador, com cartas para a rainha D. Maria I. Em 1805, os enviados de Adandozan passaram pela Bahia a caminho de Lisboa. Em 1811, quatro embaixadores chegaram à Bahia com presentes para o príncipe regente; como a corte portuguesa tinha se mudado para o Rio de Janeiro em 1808, eles não precisaram mais atravessar o Atlântico até Lisboa.
Ou seja: durante algumas décadas, Salvador e Rio foram, para os reis do Daomé, as capitais do mundo português. O forte de Ouidah era um dos pontos de apoio dessas trocas, comerciais e diplomáticas.
Um forte de terra
O forte não tinha nada de fortaleza de pedra. Segundo as descrições reunidas pela Wikipédia, formava um quadrado de cerca de 100 metros de lado, com uma torre em cada canto. Dentro havia uma igreja e as moradias dos oficiais.
As muralhas, com dois a três metros de espessura, eram cercadas por um fosso de uns seis metros de profundidade. Quatro baluartes tinham, cada um, doze canhões de ferro.
Mas, ao contrário dos grandes fortes da Costa do Ouro, de pedra e telhas, o de Ouidah era de terra seca, erguido por mão de obra africana, com telhados de palha. Era vulnerável ao fogo e exigia reconstruções constantes. Esse detalhe técnico ia pesar na sua história.
Hoje, o recinto ocupa cerca de um hectare. Há ali, segundo a Wikipédia, a residência do antigo representante português, uma capela e prédios de guarnição e quartel. É esse cenário, caiado e restaurado, que os visitantes do museu conheceram.
Sob o Daomé: o cerco de 1743
Em 1727, o rei Agadja do Daomé conquistou o reino xweda. Os três fortes europeus passaram para a autoridade do novo poder. Segundo as fontes europeias da época, ficaram desde então "expostos aos insultos" do rei do Daomé.
O episódio mais violento aconteceu em 1743. Em 21 de julho, o rei Tegbesu atacou o forte português. Exigia que os portugueses lhe entregassem refugiados, chamados de "Courano" nas fontes, inimigos do Daomé abrigados no forte. O diretor do forte, João Basílio, recusou. Foi preso quando ia ao encontro do rei.
Durante o ataque, a palha pegou fogo. Segundo os relatos, um servidor africano do forte, Amoua, teria explodido o paiol de pólvora para que as mercadorias não caíssem nas mãos dos atacantes; outras versões dizem que ele foi capturado ou morto. O tenente Manuel Gonçalves foi aprisionado pelo comandante daomeano Agahu. Vários defensores africanos foram mortos, e os sobreviventes, escravizados.
Os três responsáveis portugueses ficaram presos dois meses antes de serem embarcados para a Bahia. O Daomé reafirmou o seu controle sobre Ouidah.
Mas o rei precisava do comércio. O forte foi reconstruído já em 1744, e o rei chegou a pedir uma bandeira a um capitão português. Em 1750, Tegbesu mandou uma embaixada ao Brasil para reatar as relações.
Declínio, abandono e retorno
Depois de 1743, o comércio português em Ouidah foi declinando. As exigências do Daomé faziam os preços subirem, e parte do tráfico se deslocou para leste, para Porto-Novo, Badagry e Lagos.
No início do século XIX, a proibição legal do tráfico pela Grã-Bretanha e depois por outras potências levou ao abandono de muitos fortes. Segundo o museu de história de Ouidah, o forte português funcionou como feitoria fortificada até 1816 e depois serviu de missão católica.
É nesse contexto que aparece Francisco Félix de Souza. Nascido em Salvador em 1754 e chegado a Ouidah por volta de 1788, ele teria trabalhado primeiro no forte. Segundo a Wikipédia, em 1822 ele hasteou sobre o forte a bandeira do Império do Brasil, recém-independente. Principal comerciante da cidade, com o apoio do rei Guezo, dominou o comércio até a morte, em 1849. Nosso pilar sobre Francisco Félix de Souza conta a sua trajetória.
Nos anos 1830, as casas comerciais britânicas e francesas reabriram os seus fortes para o comércio de azeite de dendê. Portugal só reocupou o seu de forma duradoura em 1865.
Quem governava o forte?
A lista dos responsáveis pelo forte, reconstituída pelos historiadores, conta sozinha a sua história agitada. Segundo a lista publicada pela Wikipédia:
- Em 1721, o primeiro diretor foi Francisco Pereira Mendes. A lista fala de uma "refundação" do forte sob o Brasil português, o que sugere uma instalação portuguesa anterior.
- Em 1743, João Basílio dirigia o forte na época do cerco.
- No século XIX, Francisco Félix de Souza aparece várias vezes entre os responsáveis pelo forte, sinal da mistura entre o enclave português e os negócios da família de Souza.
- De 1861 a 1865, o forte foi confiado a missionários católicos franceses, chegados a Ouidah em 1861.
- Em 23 de fevereiro de 1865, Portugal retomou o forte. José Maria Borges de Sequeira foi o primeiro residente, até 1868.
- O último responsável foi António Agostinho Saraiva Borges, intendente de 1956 até 1º de agosto de 1961, data da anexação pela República do Daomé.
Entre essas datas, a lista mostra vários períodos de abandono. O forte nunca foi uma fortaleza ocupada sem interrupção: era um posto, às vezes ativo, às vezes vazio, às vezes entregue a outros.
A menor colônia do mundo
De 1865 a 1961, o forte virou uma curiosidade geopolítica: um minúsculo enclave português no meio de um território que se tornava francês.
Entre 1885 e 1887, serviu de base a uma tentativa de protetorado português sobre o reino do Daomé. A tentativa fracassou. Depois da criação da colônia francesa do Daomé, nos anos 1890, a França ainda assim reconheceu, por insistência de Portugal, a soberania portuguesa sobre o forte.
Em 1911, o pequeno destacamento de soldados vindos de São Tomé e Príncipe se retirou. Ficaram só um residente, espécie de governador, um adjunto e as famílias. O recenseamento de 1921 contou cinco habitantes. Em 1958, o Guinness Book o apresentava como "a menor colônia do mundo", guardada por "um oficial e alguns homens".
Para os moradores de Ouidah, o forte era então sobretudo um prédio conhecido do centro da cidade, com uma bandeira estrangeira.
Agosto de 1961: o incêndio
O Daomé se tornou independente em 1º de agosto de 1960. Um ano depois, as autoridades da jovem república mandaram um ultimato a Portugal: o enclave tinha de ser entregue. A anexação data de 1º de agosto de 1961, um ano exato depois da independência.
Naquele momento, a soberania portuguesa se resumia a duas pessoas, entre elas o intendente António Agostinho Saraiva Borges. Em vez de entregar o forte, elas puseram fogo nele antes de partir. O Daomé tomou e anexou o forte.
As circunstâncias exatas ainda são discutidas. Alguns relatos atribuem a ordem do incêndio ao governo de Lisboa, então dirigido por António de Oliveira Salazar, que recusava qualquer descolonização. Não encontramos fonte sólida que confirme uma ordem explícita, por isso a apresentamos como hipótese.
O Daomé fez uma cerimônia simbólica de encerramento em 1965. Portugal só reconheceu oficialmente a anexação em 1985, mais de dez anos depois da Revolução dos Cravos de 1974, que pôs fim à ditadura e ao império colonial português.
O museu de história de Ouidah
Declarado monumento histórico em 1964, o forte foi restaurado e virou o museu de história de Ouidah, inaugurado em 6 de setembro de 1967. O Daomé só passaria a se chamar Benim em 1975.
O museu apresentava cerca de 700 peças em 11 salas, dedicadas à arqueologia, às artes e à história local: objetos ligados ao forte, aos reinos xweda e do Daomé, ao tráfico e aos retornados do Brasil. Para muitos visitantes, era a primeira parada de um dia em Ouidah, antes da Rota dos Escravos.
O museu recebeu apoio da França e dos Estados Unidos, e ajuda de Portugal. Entre 1987 e 1990, a Fundação Calouste Gulbenkian, grande fundação cultural portuguesa, financiou a sua restauração e conservação; o projeto foi inaugurado em 10 de agosto de 1990.
A ironia já foi muitas vezes apontada: o país cujos últimos representantes incendiaram o forte ajudou depois, por meio de uma fundação, a restaurá-lo.
Fechamento e futuro MIME
Em 2020, o museu fechou para obras. Parte do acervo foi levada para a Casa do Brasil, onde uma exposição temporária, "Et si Ouidah m'était conté" ("E se Ouidah me fosse contada"), abriu em 3 de agosto de 2020.
O forte deve receber o Museu Internacional da Memória e da Escravidão (MIME), um projeto do governo beninense conduzido pela agência nacional de patrimônio e turismo (ANPT). Eis o que as fontes disponíveis dizem:
- O percurso: segundo o designer gráfico do projeto, um percurso cronotemático sobre a história da escravidão e da deportação no espaço beninense ao longo de quase 400 anos, centrado nos povos do golfo do Benim e em Ouidah.
- A exposição: segundo a agência de cenografia Les Crayons, que conduziu as primeiras fases para o museu de história antes da sua transformação em MIME, a exposição permanente devia cobrir a história de Ouidah desde a fundação pelos xweda até a independência, em 750 m², com orçamento de 4,5 milhões de euros sem impostos.
- A equipe: arquitetura da Eremco, cenografia da Les Crayons, museografia da Decalog, iluminação da Vaste, design gráfico de Fabien Hahusseau e Julien Courtial.
- O projeto maior: o projeto apresentado em 2020 previa também, em torno do museu, um complexo turístico de 130 quartos, jardins memoriais e a reconstituição de um navio negreiro, dentro de investimentos turísticos nacionais estimados pelo ministro em um bilhão de euros.
O que não sabemos: a data de abertura. Anunciado primeiro para o fim de 2020, o projeto ainda era descrito como em obras em 2024 e 2025. Não encontramos fonte que confirme a abertura do MIME ao público. Se estiver preparando uma viagem, confira a situação com a ANPT ou com o seu guia.
O que o forte conta
O forte de Ouidah diz três coisas importantes sobre o tráfico.
Primeira: ele não era só europeu. O forte foi erguido por escravizados do rei xweda e depois ficou sob o rei do Daomé, que podia cercá-lo, destruí-lo e exigir a sua reconstrução. O comércio seguia as regras dos reinos africanos, que lucravam com ele.
Segunda: ele era atlântico no sentido pleno. O forte foi fundado a partir da Bahia, não de Lisboa. Os seus cativos iam para o Brasil, os seus prisioneiros de 1743 foram mandados de volta à Bahia, e um comerciante nascido em Salvador dominou a cidade no século XIX. A história de Ouidah se lê tanto a partir do Brasil quanto da Europa. Nosso pilar sobre a herança brasileira continua essa história.
Terceira: a própria memória tem uma história. Colônia minúscula até 1961, incendiado, anexado, transformado em museu nacional, restaurado por uma fundação portuguesa e em breve museu internacional: o forte resume a forma como o Benim transformou o seu passado em patrimônio.
As perguntas que o futuro museu terá de enfrentar
Instalar um museu da memória da escravidão num antigo forte do tráfico não é escolha neutra. O MIME terá de responder a várias perguntas que os visitantes já fazem:
- Que lugar dar à responsabilidade do Daomé e dos comerciantes da costa, ao lado da dos europeus?
- Como contar a história dos xweda, o povo original de Ouidah, conquistado em 1727, sem fundi-la na do Daomé?
- Que lugar dar aos retornados do Brasil e à comunidade agudá, cuja história começa justamente nas trocas entre Ouidah e a Bahia?
- E como apresentar o acervo do antigo museu de história, parte do qual foi para a Casa do Brasil?
Essas perguntas não têm resposta simples. É também isso que vai tornar interessante a visita ao futuro museu. Para o público brasileiro, a forma como o MIME contará o papel de Salvador e dos comerciantes baianos será uma das coisas a observar.
Visitar o forte
- Endereço: centro de Ouidah, a poucos minutos a pé da praça dos Leilões, do Templo dos Pítons e da basílica.
- Situação: em obras para o MIME. Informe-se antes de ir: o acesso pode estar fechado ou limitado.
- Enquanto isso: a Casa do Brasil recebeu parte do acervo e exposições temporárias. O museu da Fundação Zinsou, na Villa Ajavon, está aberto e é gratuito.
- Com a rota: o forte é um bom ponto de partida para entender o comércio antes de percorrer a Rota dos Escravos até a Porta do Não Retorno.
Organizar uma visita a Ouidah com um guia local →
Fontes
- Fort of São João Baptista de Ajudá, Wikipédia (inglês) e São João Baptista de Ajudá, Wikipédia: fundação, descrição, reocupação de 1865, 1961, reconhecimento de 1985, restauração da Gulbenkian.
- List of governors of São João Baptista de Ajudá, Wikipédia (inglês).
- Fort portugais de Ouidah, Wikipédia (francês): os outros fortes, área, prédios.
- Ana Lucia Araujo, "Dahomey, Portugal and Bahia: King Adandozan and the Atlantic Slave Trade", Slavery & Abolition, 2012 e Agência FAPESP, relações diplomáticas entre o Daomé e o Brasil.
- "Ardras, minas e jejes, ou escravos de primeira reputação", Almanack (SciELO) e "O monopólio dos vinte e quatro navios da Bahia para a Costa da Mina", Revista de Antropologia (USP): o tabaco de terceira qualidade.
- Pierre Verger, Fluxo e refluxo do tráfico de escravos entre o Golfo do Benin e a Bahia de Todos os Santos.
- Siege of Ouidah (1743), Wikipédia (inglês).
- Ouidah Museum of History, Wikipédia (inglês): inauguração em 1967, 700 peças, 11 salas.
- Fabien Hahusseau, MIME e Les Crayons (archisceno), projeto de Ouidah: programa, equipe, área, orçamento.
- Francisco Félix de Souza, Wikipédia (inglês).
- Slavery and Remembrance, Ouidah.




