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No século XIX, milhares de afro-brasileiros cruzaram o Atlântico no sentido inverso, de volta à costa da África Ocidental. Trouxeram o português, o catolicismo, a arquitetura brasileira e sobrenomes que ainda marcam Ouidah. Os Agudás são uma das histórias mais esquecidas do Atlântico.
O candomblé e o vodun compartilham uma raiz comum — mas três séculos de evolução separada os tornaram distintos. Um não é uma versão degradada do outro. Este guia explora as conexões, as divergências, e o que significa para um praticante de candomblé visitar Ouidah.