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A dinastia Tokoudagba é uma ponte entre o passado e o presente, onde a arte Vodun se entrelaça com a vida e a morte, revelando um legado inigualável no Benin.
No século XIX, milhares de afro-brasileiros cruzaram o Atlântico no sentido inverso, de volta à costa da África Ocidental. Trouxeram o português, o catolicismo, a arquitetura brasileira e sobrenomes que ainda marcam Ouidah. Os Agudás são uma das histórias mais esquecidas do Atlântico.
A Rota do Escravo em Ouidah é um espaço de memória onde se entrelaçam histórias individuais e coletivas, revelando as feridas do passado e as lutas pela reconhecimento.
O passado colonial ressoa intensamente na atualidade. A luta pela restituição dos tesouros culturais africanos revela não apenas uma busca por justiça, mas também um convite à reflexão.
Na emblemática cidade de Ouidah, a história do tráfico de escravos se entrelaça com a rica espiritualidade do vodun, revelando lugares de memória carregados de emoção.
Os amuletos das amazonas de Ouidah revelam histórias de resistência e poder feminino, desafiando as normas coloniais. Uma exploração de seu legado vivo.