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LoadingEm fevereiro de 2020, Ouidah, uma cidade carregada de história no Benim, foi o cenário de um evento científico de grande importância: o colóquio "As memórias da escravidão na literatura, nas artes e nos museus". Organizado pela Universidade de Abomey-Calavi e pela Universidade de Le Mans, este colóquio reuniu pesquisadores, artistas e escritores para explorar as diversas maneiras pelas quais as memórias da escravidão são preservadas e transmitidas. Entre os participantes, Fabienne Kanor, uma voz influente na literatura francófona, cativou a audiência com sua performance intitulada Palavras de Retornada.
Fabienne Kanor, reconhecida por seu compromisso literário e artístico, apresentou uma performance única que se insere no contexto deste colóquio. Palavras de Retornada é uma obra que questiona nossa relaÇão com o passado, especialmente no que diz respeito à s memórias dolorosas da escravidão. A performance de Kanor não se limita a relembrar o horror da escravidão, mas busca estabelecer um diálogo entre as geraÇões, aqueles que sofreram e aqueles que devem lembrar.
Esta performance baseia-se em relatos pessoais e arquivos históricos, combinando o poder da narraÇão oral com a intensidade da expressão corporal. Kanor, por meio de sua abordagem imersiva, convida seu público a sentir, compreender e refletir sobre as marcas deixadas pela história da escravidão em nossas sociedades contemporâneas.
Ouidah, outrora um centro importante do comércio de escravos, é hoje um local de memória essencial. A cidade é um símbolo poderoso do passado colonial e dos sofrimentos enfrentados por milhões de pessoas. àneste contexto carregado de história que o colóquio ocorreu, oferecendo um cenário comovente para discutir as memórias da escravidão.
A importância de Ouidah não reside apenas em seu passado, mas também em seu papel atual como local de comemoraÇão e reflexão. As trocas que ocorreram durante o colóquio, especialmente graÇas a intervenÇões como a de Fabienne Kanor, permitiram enriquecer a compreensão dos participantes sobre as questões contemporâneas relacionadas a esta memória histórica.
As memórias da escravidão continuam a influenciar a literatura e as artes, oferecendo aos criadores uma tela complexa de narrativas a explorar e interpretar. Kanor, através de suas obras, encarna esta exploraÇão. Ela utiliza a literatura como um meio de resistência e resiliência, uma ferramenta para lutar contra o esquecimento e para manter viva a memória dos ancestrais.
Seu trabalho, assim como o de muitos outros artistas presentes no colóquio, destaca a necessidade de um diálogo contínuo sobre a escravidão e suas repercussões duradouras. Ao revisitar essas memórias através de formas artísticas variadas, os criadores contribuem para uma melhor compreensão das lutas passadas e presentes.
Em conclusão, a entrevista com Fabienne Kanor em Ouidah ofereceu uma visão valiosa sobre a importância da memória da escravidão na construÇão de nossa identidade coletiva. GraÇas a iniciativas como este colóquio, a cidade de Ouidah continua a desempenhar um papel crucial na preservaÇão e transmissão desta memória, enquanto inspira novas geraÇões a refletir e agir por um futuro mais iluminado.
Se você deseja citar este trabalho de pesquisa em um contexto acadêmico, por favor, use a seguinte referência:
Lucile Combreau, Rocio Munguia Aguilar, Marjolaine Unter Ecker. « FAZER A TRAVESSIA JUNTOS », TROCA COM FABIENNE KANOR SOBRE A PERFORMANCE PALAVRAS DE RETORNADA (OUIDAH, FEVEREIRO 2020). Women in French Studies, 2022, 30. â¨hal-03965306â©
Síntese e adaptaÇão propostas por Ouidah Origins.
No Ouidah Origins: A Rota dos Escravos · A Porta do Não Retorno
Fontes externas:
Transparência editorial
Este conteúdo foi desenvolvido com a assistência dos nossos agentes de IA.
inspirado nos trabalhos de Lucile Combreau, Rocio Munguia Aguilar, Marjolaine Unter Ecker
2025
ID: hal-03965306
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